Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Voltamos!

Gente!
Estou reativando o Confraria da Moda aqui mesmo, no Blogspot. Preciso de parcerias pra continuar com essa idéia que acho maravilhosa (desculpa aí). Portanto, se você quer compartilhar suas experiências, se tem CULHÃO (desculpa aí de novo) pra discutir moda e tudo ligado a ela, entre em contato comigo aqui mesmo, pelo blog. Dou preferência pra gauchada, morando aqui ou fora do estado ou do país.

Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Skinny pants





Há pelo menos dois anos eles dominam as passarelas do hemisfério norte. A febre toda foi detonada pela Dior Homme. Stella McCartney e Raf Simons também fazem - até melhor que a Dior. O skinny caiu como luva entre as bandas de rock inglesas. Peter Doherty, Jamie Hince, do The Kills, Kele Okereke do Bloc Party usam sempre. E foram eles que detonaram a febre para os meninos do mundo todo.

Ela sempre foi muito popular entre os homens do mundo da música, principalmente nas cenas rocker, mod, punk, goth. Agora fazem a cabeça de praticamente todos que estão antenados com as tendências.

Preto, tachas e camisetas dos ídolos. Esse tipo de roupa não é restrita ao público adolescente ou aos jovens dos anos 90, caracterizados por camisas xadrezes e camisetas dos seus cantores de rock favoritos. A moda rock’n’roll pode ser incorporada aos guarda-roupas contemporâneos com muito estilo.

O jeans geralmente é índigo, com pouca ou nenhuma lavagem. Algumas trazem um pouco de elastano na composição do tecido. Outras não.

Hoje, todas as grifes que importam no jeans - inclusive as brasileiras - possuem seus modelos skinny. Super fashion, sem dúvida, e sexy, claro.

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Moda: A Arte do Vestir

Com que roupa que, eu vou / pro samba que você me convidou?
Noel Rosa, Com que Roupa?, 1933.

A moda se mostra representável no comportamento e vestimenta dos indivíduos. Enquanto vestimenta é um signo, assim sendo, é uma linguagem. Portanto, como linguagem, a maneira de vestir comunica. A moda se torna determinante, no decorrer dos tempos, quando falamos em certos aspectos de disseminação de cultura, linguagens, fatos históricos, enfim, movimentos que fazem parte de nossas vidas e nos cercam – e que imprimimos no nosso modo de vestir.
Em princípio, eram nas ruas das cidades modernas que a moda se constituía – e ali era aceita ou não, imitada e logo então esquecida. Já com a globalização, a moda é reconhecida como fenômeno de uma sociedade e tem características mais complexas, uma vez que sua importância social cresce. Assim, o que era apenas regalia de uma classe elitista, no contexto contemporâneo, se mostra fragmentada e descentralizada, instruindo indivíduos na construção de suas identidades e estilos de vida, nas mais variadas classes sociais.
Falamos aqui em um composto não só do trajar, mas, sim, das diversas maneiras com as quais podemos expressar nossas ideologias por intermédio da roupa que escolhemos no contexto de vida diário. A escolha de uma peça, ou do vestuário completo, propicia uma análise de como nós, indivíduos, interpretamos uma forma de cultura para o próprio uso. Assim, podemos relacionar que vestir-se é uma expressão visual ou, ainda, uma arte.
Nesta relação, coloca-se que arte pode ser entendida como atividade humana ligada à manifestação de ordem estética ou, ainda, uma significação de técnica ou habilidade. Logo, ao arrolarmos a moda ao ato do vestir, e transformarmos este ato em arte, podemos dizer que este tipo de decisão ultrapassa as barreiras do peculiar. Apesar da importância destes atos, eles acabam por se perder quando transformados na simples ação de “encobrir-se”.
Claro que essa simples caracterização não mais sobrevive, se é que algum dia pôde permanecer nas sociedades desta maneira tão ingênua. Atualmente, o trabalho com o vestuário carrega efeitos mais importantes que a simples ação de “cobrir seres”: esta tarefa implica em elementos de caracterização dos papéis que interpretamos no cotidiano.
Quando falamos de arte como manifestação de ordem estética podemos focar a moda como fenômeno artístico, criador de estilos e diferenciador de classes sociais. Já que a moda é tratada, também, como elemento de caracterização da sociedade, analisamos que vestir-se não é apenas consumir ou imitar, mas sim um método curioso de enfeitar, alegrar, expressar gostos, particularidades e dúvidas. Ademais, trata de delimitar a que classe pertencemos ou não, pois uma vestimenta só se transforma em moda quando alguém a utiliza para representar sua posição social – seja ela real ou ideal.
Se a moda caracteriza-se pela prática do vestir, quer-se dizer, também, que estamos trabalhando com formas de expressar pensamentos, crenças. Além disso, estamos – conscientes ou inconscientemente – nos inserindo em algum meio ou tribo social. A arte de vestir nos insere e nos faz interagir com o mundo e com o outro. Embora privilegie a individualidade, pois no ato de vestir buscamos também a diferenciação, a mensagem que esta arte deseja passar só será compreendida dentro de um contexto cultural. No mais, a moda possibilita a sugestão de como os indivíduos, em tempos diferentes, colocam sua posição nas estruturas sociais e negociam fronteiras de status. E, assim, pode-se dizer que a arte do vestir, como artefatos, designa comportamentos por sua capacidade de impor identidades sociais.

Sábado, 27 de Dezembro de 2008





Adoooro chapeu e andei fazendo uma pesquisa na internet sobre o assunto e ai esta, pra quem tem gosta do assunto:

palavra CHAPÉU provém do latim antigo "cappa", "capucho" que significa peça usada para cobrir a cabeça.

As primeiras modalidades de proteção para cabeça surgiram por volta do ano 4.000 a.C. no antigo Egito, na Babilônia e na Grécia quando o uso de faixas na cabeça tinha a finalidade de prender e proteger o cabelo. A faixa estreita colocada em torno da copa dos chapéus da atualidade (a fita ou bandana) é um remanescente desse primeiro tipo de proteção para a cabeça.

Mais tarde originaram-se os turbantes, as tiaras e as coroas, usadas por nobres, sacerdotes e guerreiros como símbolo de status social. Como sinal de distinção social ou profissional permanecem até hoje os chapéus específicos destinados a pessoas que ocupam determinadas atividades (soldados, marinheiros, eclesiásticos, etc.).

O primeiro chapéu efetivamente usado foi o "PÉTASO" por volta do ano 2.000 a.C.. Tratava-se de um chapéu dotado de copa baixa e abas largas que os gregos faziam uso em suas viagens como uma forma de proteção. Era um tipo prático, ajustável, podendo ser retirado com facilidade, tendo perdurado na Europa por toda a Idade Média (de 476 a 1453).

Nos países tropicais, o uso dos chapéus tem função protetora contra o sol e contra as intempéries. Nos países e climas frios, o chapéu tem uso mais freqüente sobretudo como proteção do vento e temperaturas baixas.

O chapéu é também um acessório importante de vestimenta para caracterizar personalidade de uma determinada pessoa através de suas diferentes formas, materiais e cores.

O maior produtor mundial de chapéus é os EUA. No Brasil, os Estados que produzem mais chapéus são São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Embora importe alguns tipos de chapéus, o Brasil também exporta outros tipos, sobretudo os de feltro de lã e os de palha de carnaúba.

Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Vive la Fête!

Impulsionada pelo tema que falei ao programa Estilo e Moda da TVCom desta semana é que escrevo este post.
Festas de final de ano.... encontrar a família no Natal, comemorar com os amigos nas festinhas pela cidade depois, e o ano novo evocando coisas boas, seja na praia ou cidade. Nessas datas queremos sempre estar e mostrar o melhor. Pensamos na roupa e na hora de se arrumar a dúvida, o que fazer de maquiagem? Minhas dicas seguem as tendências do verão: influência dos anos 70 com muita cor e o glamour dos balneários internacionais que vimos nas passarelas das marcas de moda praia.
Para o Natal fica a sugestão de usar aquelas sombras que "poupamos" (geralmente os beges e marrons saem primeiro): rosa, amarelo, laranja, mas que eles tenham cobertura leve. Aquela cobertura fechada, pesada, conflitaria com o colorido da roupa, criando muitos focos de atenção. Para os vestidões estampados, tye dyes, xadrezes, vale escolher uma cor (que não seja a cor predominante) da estampa para imprimir no make.
Para o Ano Novo, seja onde for, o glamour. O brilho. Sombra dourada ou prateada. Não precisa nem esfumaçar, por cima da sombra metálica coloca um glitter e está pronto!
Essas e outras dicas vc pode assistir aqui.
Boas Festas!

Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

Renovando as Idéias!

Só pra registrar:

No Varal são penduradas idéias sobre modas e coisas afins. E em breve a marca estará no ar também! Acessem! http://novaraldamoda.blogspot.com/

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Estilook

Agora quem ama moda tem mais um jeito de se comunicar. O Estilook é uma rede social voltada para o mundo fashion, onde os usuários criam seus perfis compartilhando seu estilo através de fotos, comentários, comunidades, concursos, conselheiros e outros.
Voltado para os amantes da moda e para os profissionais do ramo, um jeito divertido de ver o que se pensa e se usa por aí. Fica minha sugestão!
http://www.estilook.com/